Como melhorar a gestão de resíduos sólidos da escola?

10/08/2018

Nas explorações do tema Resíduos Sólidos, meninos e meninas investigam como funciona a gestão de resíduos sólidos em suas escolas e municípios. Nesse processo, as crianças pesquisam e entrevistam pessoas que trabalham com reciclagem, descobrem qual fim é dado aos resíduos em seus municípios e desenvolvem ações para melhorar a gestão dos resíduos sólidos na escola. Tem muita coisa bacana acontecendo! Confira algumas dessas histórias a seguir!

 

EMEF Professora Alzira Kruger Guther | Barra Bonita
Os alunos e alunas da EMEF Professora Alzira Kruger Guther receberam uma visita muito especial: da coletora de materiais recicláveis Márcia Biazeto. Ela é uma das pessoas responsáveis por recolher o material reciclável da escola. Márcia contou sobre seu trabalho e explicou como funciona o processo de separação de materiais e reciclagem. Ela também orientou as crianças sobre o correto armazenamento dos resíduos secos e seu encaminhamento aos recicladores.

Durante as pesquisas sobre o tratamento dos resíduos na escola, os estudantes descobriram um fato chocante: 30% dos alimentos da merenda escolar são desperdiçados, o equivalente a 10kg de comida por dia. Hoje, esses alimentos são doados para criadores de porcos, que os utilizam para alimentar os animais. Mas as crianças estão conscientes de que é preciso reduzir essa perda e pretendem fazer campanhas pelo consumo responsável de alimentos. Além disso, os estudantes descobriram que a escola descarta muito papel e outros materiais que poderiam ser reciclados.

 

 

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EMEF Doutor Fernando Costa | Barra Bonita
A separação de resíduos sólidos já começou na EMEF Doutor Fernando Costa. Como a professora Jane Aracema, que dá aula para o 5º ano, conseguiu a doação de quatro tambores que foram transformados em coletores de materiais recicláveis. A ideia é doar os materiais a organizações que trabalhem com reciclagem. Para garantir que todo mundo coloque cada resíduo no lugar certo, os alunos e alunas farão uma campanha na escola ensinando sobre o descarte correto.

As crianças também se mobilizaram para instalar um posto de coleta de pilhas na escola. A responsabilidade ficou com um grupo de alunos e alunas das professoras Ana Lucia Nahás Blanco (3º e 4º ano) e Jucely Aparecida Garcia dos Santos (4º ano). As pilhas coletadas serão encaminhadas para um posto responsável localizado em um supermercado da cidade.
Outra ação interessante envolveu a utilização de materiais reciclados: os pequenos dos 2º e 3º anos que produziram brinquedos a partir desses materiais e os expuseram na escola. Além disso, fizeram maquetes das salas de aula para trabalhar conteúdos de matemática.

 

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EMEF Professora Dinah de Mello Campos | Ibitinga
A reciclagem pode ajudar a melhorar a vida de muitas pessoas, e de formas que a gente nem imagina à primeira vista. Durante uma aula desse percurso na EMEF Professora Dinah de Mello Campos, a aluna Isabela, do 3º ano, sugeriu fazer uma campanha para coletar o lacre de latas de refrigerante. Com 140 garrafas cheias de lacre, seria possível doá-las a uma ONG que troca os lacres por uma cadeira de rodas. A turma da professora Luciane Macedo embarcou na ideia. Até o final de junho, eles já haviam enchido três garrafas e pretendiam envolver toda a escola na tarefa.

 

EMEF Professora Francisca Simões | Ibitinga
Os meninos e meninas do 2º ano da professora Ana Maria Moraes de Oliveira estavam chateados com a quantidade de lixo despejada em terreno ao lado da escola. Havia televisão, colchão, garrafas de plástico e de vidro, lâmpadas, restos de materiais de construção e vários outros resíduos.

O que fazer para mudar isso? É preciso persuadir a comunidade a reduzir o consumo e reciclar os resíduos sólidos para que o planeta não se transforme em um enorme lixão. Mas para convencer alguém é preciso ter bons argumentos. Ana resolveu convidar as crianças a fazer um experimento: ela selecionou alguns itens descartados – papel de bala, resto de maçã, retalho de tecido, papel sulfite, folha de árvores, tampa de iogurte, isopor, copo de plástico –, sinalizou-os e os enterrou num canteiro da escola. Após algum tempo, as crianças verificarão em primeira mão o que acontece com cada um dos resíduos enterrados.

 

Na sua escola também há coisas legais acontecendo relacionadas à gestão de resíduos sólidos? O que você, seus alunos e colegas estão descobrindo? Conte pra gente abaixo nos comentários!

 

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